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Pragas e visitas indesejadas

Quarentena, água corrente e ar a circular. É tudo o que faço, e é aqui que paro antes de qualquer produto.

A primeira vez que vi bichos foi numa hera que trouxe da rua. Não sabia o que era, virei as folhas ao contrário e lá estavam eles, agarrados à página de baixo, perto da nervura. Perdi semanas a olhar para a planta antes de reparar, porque as manchas nas folhas pareciam falta de água.

O que faço hoje é pouco e é físico: separar a planta das outras durante três semanas, passar as folhas por água corrente, inclusive por baixo, cortar o que estiver muito atacado e deixar o vaso num sítio com ar a circular. Não uso produtos fitofarmacêuticos, não sei dar concentrações nem seguranças, e é nesse ponto que paro — se a planta continuar a piorar ao fim de um mês, o que faço é perguntar a quem percebe, não inventar.

4Neste tema

Plantas

  • Pragas e visitas indesejadas

    Hera-comum

    A hera que trouxe da rua num corte e que passou três semanas isolada noutro quarto antes de se juntar ao resto dos vasos.

  • Pragas e visitas indesejadas

    Dracena-marginata

    A dracena que me mostrou que manchas nas folhas nem sempre são falta de água; às vezes a resposta está na página de baixo.

Cuidados

  • Técnica

    Manter a planta nova em quarentena

    Três semanas noutro quarto antes de se juntar às outras, com a terra vigiada. É regra fixa desde a vez em que uma hera veio com companhia.

  • Técnica

    Passar as folhas por água corrente

    Água da torneira, dedos e paciência na página de baixo das folhas, uma vez por semana durante um mês. Nada de produtos: aqui fico por isto.